Bem-vindo à Segurança no Trabalho

O blog para profissionais de saúde, segurança do trabalho e Meio Ambiente. Oferecemos informações técnicas, além de produzir e fornecer conteúdo eletrônico.
Mande seu material para ser postado no blog, ou solicite vídeos, arquivos, materiais pelo e-mail

mendel.seg.trabalho@gmail.com

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Trabalho em lavanderias hospitalares pode expor funcionários a doenças e acidentes

Foto: Sandro Alves
Em qualquer ambiente de trabalho é importante estudar as condições físicas e ambientais para que se garanta o bem-estar e condições de segurança dos trabalhadores no seu ambiente de labor. Em muitas lavanderias hospitalares, os funcionários estão expostos a riscos físicos, químicos, biológicos e ergonômicos.

Debater sobre este tema torna-se necessário à medida que se constitui em um importante instrumento para o trabalhador desempenhar suas atividades com segurança e qualidade, obtendo, como consequência, uma melhor qualidade de vida no trabalho e oferecendo maior produtividade.

A preocupação com a questão da saúde dos trabalhadores hospitalares no Brasil iniciou na década de 70, quando pesquisadores da Universidade de São Paulo enfocaram a Saúde Ocupacional desses profissionais. Nesse momento verificou-se que grupos ocupacionais de trabalhadores hospitalares relataram queixas de doenças relacionadas com o processo de trabalho, tais como: doenças infecto­con­tagiosas, lombalgias, doenças alérgicas, fadigas e acidentes do trabalho.

Também foi constatado que as dores nas costas representam um sério e expressivo problema para os trabalhadores de lavanderia hospitalar. Atribuindo como nexo causal para as lombalgias o transpor­te e a movimentação de cargas, a postura i­na­dequada e estática, mobiliário e equipamentos também inadequados.

Além dos riscos, é exigido desse trabalhador alta produtividade em tempo limitado, sob condições inadequadas de trabalho, sendo estas relacionadas ao ambiente e aos equipamentos. Essas condições acabam levando a insatisfações, cansaços excessivos, baixa produtividade, problemas de saúde e acidentes do trabalho.

O sistema de lavagem industrial é um serviço que requer grande esforço físico e contato com substâncias químicas. De­ve-se ter cuidado ao lidar com essas substâncias, pois elas estão presentes no ambiente em forma de líquidos, gases, vapores, poeiras e sólidos, podendo provocar doenças. A preocupação com o conforto térmico também é evidente e fundamental nas lavanderias, uma vez que a exposição do trabalhador na execução de tarefas em altas temperaturas pode causar doenças tais como a hipertermia, exaus­tão, desidratação, câimbras e choque térmico.

As consequências dessas exposições podem afetar diretamente os trabalhadores, atingindo-os em seus aspectos físicos e psicológicos e, ainda, pode repercutir nas relações familiares e sociais.

As cargas de trabalho a que estão expostos os trabalhadores, quais sejam: químicas, físicas, fisiológicas, biológicas, psíquicas, mecânicas, geram processo de desgaste e os acidentes de trabalho são as mais visíveis mostras desse desgaste. Além destes fatores devem ser destacados a falta de infraestrutura adequada, a escassez de treinamento em serviço, a falta de conhecimento de modos de prevenção, entre outros.

Pesquisa

Para analisar a ocorrência dos acidentes do trabalho é necessário conhecer o processo e as principais cargas a que se submetem os trabalhadores. Para este fim foram delimitados os seguintes objetivos: identificar, no âmbito da saú­de do trabalhador, quais os riscos ocupacionais a que estão expostos os funcionários da lavanderia hospitalar de um hospital localizado no município de Vitória, no Espírito Santo/ES; avaliar o nível de satisfação no trabalho segundo percepção do trabalhador.

Um dos métodos de avaliação das sensações subjetivas de desconforto e dor mais utilizados na Ergonomia é a aplicação do Diagrama Adaptado de Corlett e Ma­nenica. O questionário auxilia no ma­pea­mento das áreas e intensidade dos des­confortos sentidos pelos funcionários ao final da jornada de trabalho. O diagrama é uma inquirição gráfica. Na folha de respostas há o desenho do corpo humano subdividido em áreas onde o inquirido irá apontar as dores sentidas.

Os resultados da pesquisa foram divididos em três etapas. A primeira aborda o perfil dos trabalhadores e suas condições de trabalho. A segunda apresenta a percepção dos trabalhadores em relação ao seu ambiente de trabalho, em que são a­nalisados os níveis de satisfação em relação à integração social, condições de trabalho, saúde e participação. Por último foi aplicado o Diagrama Corlett e Manenica com a finalidade de mapear os desconfortos sentidos pelos usuários.

Em relação ao perfil dos trabalhadores analisados foi identificado que 84% têm mais de 35 anos. Quanto ao nível de escolaridade, 42% não têm o ensino fundamental completo. O Mistério da Saúde ressalta que a qualificação do pessoal possibilita o uso de equipamentos e processos inovadores, reduzindo o custo operacional e otimizando o espaço. A exigência em torno da qualificação se dá em virtude das informações referentes às prescrições das tarefas, que necessitam ser lidas e entendidas por quem irá execu­tá-las.

Quanto aos possíveis riscos que o ambiente de trabalho pode oferecer aos trabalhadores, foram identificados, a partir da percepção dos trabalhadores, a existência dos riscos físicos, biológicos e er­gonômicos. No box Riscos em lavanderias hospitalares pode ser confe­rida a descrição de como foi identificado cada um d­e­les.

Quando questionados sobre a existência de risco na utilização dos equipa­mentos de trabalho, os entrevistados a­pontaram a máquina de lavar e a secadora como os equipamentos que representam maior risco, ambos com 41% cada. Em seguida aparece o carro de transporte, com 9%.

Autor: Sandro Alves da Silva

Confira o artigo na íntegra na Edição 223 da Revista Proteção
Data: 28/07/2010 / Fonte: Revista Proteção

Super Guia Net

Fiscalização resgata 26 pessoas em fazenda no Tocantins

Data: 06/08/2010 / Fonte: Repórter Brasil
Natividade/TO - Não era apenas a cerca de mourões, por eles mesmos reconstruída a partir do desmate de mata nativa, que impunha limites à dignidade de trabalhadores da Fazenda Santa Mônica, em Natividade (TO). Alojados em cinco barracos de lona e madeira erguidos sob chão de terra em pontos isolados do imóvel e próximos às frentes de trabalho, não tinham acesso a banheiros, água potável, energia elétrica, leitos e alimentação minimamente decentes.

Expostos a riscos e intempéries para demarcar as fronteiras da propriedade e impedir a dispersão do gado do patrão há mais de mês, custeavam ainda as refeições (havia servidão por dívidas, pois os gastos com a comida eram subtraídos pelos "chefes de barraco"), as próprias ferramentas de trabalho e até o combustível das motosserras.

Para completar o quadro de extrema precariedade, sofriam descontos ilegais dos salários na esteira do pagamento por produção e não recebiam os equipamentos de proteção individual (EPIs) exigidos para as atividades. Algumas das carteiras de trabalho estavam retidas com o empregador e muitos não descansavam sequer aos domingos. Viviam nessa situação 18 empregados.

Outros oito estavam alojados num galpão de alvenaria mais próximo à sede da Fazenda Santa Mônica, que servia também como garagem de tratores e depósito de ração, agrotóxicos e todo tipo de material que não tinha mais uso. Quatro tratoristas, dois mecânicos e dois ajudantes de serviços gerais pernoitavam em colchões sujos e improvisados que ficavam até em cima de carroças. Também não havia banheiro e as instalações elétricas irregulares estavam expostas no ambiente completamente cheio de óleo.

No caso dos trabalhadores do galpão, houve registro também de jornadas exaustivas de mais de 13 horas por dia (das 6h às 19h). Nem operadores de motosserra responsáveis pela produção dos mourões e nem tratoristas eram treinados e capacitados para operar as máquinas.

Todo esse quadro foi flagrado pelo grupo móvel de fiscalização - formado por integrantes do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) -, em janeiro deste ano, na propriedade de Emival Ramos Caiado Filho, primo do conhecido deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO).

Vice-líder de seu partido na Câmara Federal, Ronaldo atua como um dos principais expoentes da bancada ruralista, ampla coalizão que apresenta resistências dentro do Congresso para a aprovação de medidas mais severas contra escravagistas como a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 438/2001, que expropria (sem indenizações) a terra de quem comprovadamente explorar mão de obra escrava.

O grupo móvel lavrou 22 autos de infração referentes à Fazenda Santa Mônica. Entre eles: deixar de efetuar o pagamento integral do salário mensal até o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido; prorrogar a jornada de trabalho além do limite legal de duas horas diárias; deixar de conceder descanso semanal de 24 horas consecutivas; manter empregado trabalhando sob condições contrárias às disposições de proteção ao trabalho, e admitir ou manter empregado sem o respectivo registro.

Em depoimento à fiscalização, o gerente confirmou ter contratado os trabalhadores para a manutenção das cercas da fazenda sem que houvesse o fornecimento de alojamento, alimentação, água potável, banheiro, utensílios básicos, ferramentas de trabalho e EPIs.

À Repórter Brasil, o advogado Breno Caiado, irmão e procurador do proprietário Emival, informou que a propriedade estava arrendada a terceiros e foi devolvida ao dono "com suas cercas e instalações de moradia deterioradas e avariadas". Para fazer uma reforma nas estruturas danificadas, adicionou Breno, houve o recrutamento do grupo (a maioria com carteira assinada, segundo a fiscalização) que tomava banho em córregos, utilizava o mato como banheiro e acabou flagrado pelos agentes.

Nas palavras do advogado, "não tinha outro jeito" de garantir melhores condições no local, pois a infra-estrutura é precária e a carência é enorme na região. Os acampamentos, continuou, consistem na única forma possível - independemente do que exige a lei - para dar suporte a empreitadas particulares como a de construção de cercas. Quando chovia, relataram as vítimas, os barracos ficavam alagados.

"Pouco tempo após o início das reformas, a fazenda passou por uma fiscalização em que foram apontadas algumas irregularidades, na visão dos fiscais. Foram atendidas as exigências e concluídas as reformas", justificou Breno, que preferiu não responder outras perguntas feitas pela reportagem.

Não quis se pronunciar, por exemplo, sobre a relação entre o flagrante e a atuação do primo de Emival, Ronaldo Caiado, no âmbito do Parlamento. Tampouco deu mais detalhes sobre a área envolvida, o TAC e os outros negócios do proprietário, declarando apenas que a "Fazenda Santa Monica é exemplo de segurança, organização e higiene do trabalho".

Já a assessoria de Ronaldo Caiado (DEM-TO), que concorre à reeleição no próximo pleito de outubro, declarou que o parlamentar não reponde pela conduta de outrem e que não defende quem comete crimes. Sobre o possível constrangimento pelo fato de ter um primo envolvido diretamente em flagrante de escravidão enquanto a PEC do Trabalho Escravo aguarda votação, a assessoria declarou apenas que o congressista está disposto a tratar do assunto no momento em que o mesmo for colocado em pauta.

O valor bruto das rescisões dos trabalhadores foi calculado em R$ 198,6 mil, incluindo as indenizações por dano moral individual (ratificadas pelo MPT) que somaram R$ 39,1 mil. A procuradora do trabalho Elisa Maria Brant de Carvalho Malta, intregrante do grupo móvel, firmou ainda um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que designou a doação de um veículo utilitário e de equipamentos de tratamento odontológico para o distrito de Príncipe, em Natividade (TO), por dano moral coletivo.

Quando entrou em contato com as autoridades locais para acertar a destinação dos equipamentos por conta do TAC, a procuradora soube que o próprio empregador já tinha anunciado ao prefeito que faria "doações" por livre iniciativa, tentando desvincular o pagamento do flagrante ocorrido.

O fazendeiro Emival é irmão de Sérgio Caiado (PP), que também concorre a uma cadeira na Câmara Federal. Sérgio, que já exerceu o cargo na legislatura passada, atua como presidente do partido em Goiás. Em 2005, Emival e Sérgio foram acusados pelo Ministério Público Federal (MPF) pelo atropelamento de um agente de segurança da Câmara dos Deputados no estacionamento dos fundos do Anexo IV.

Como proposta de transação penal, Emival, que dirigia o carro e teria atendido ordens de Sérgio, sugeriu doar cestas básicas e fraldas geriátricas a uma entidade beneficente de Brasília (DF) por seis meses e depositar R$ 1 mil para o Programa Fome Zero. O MPF aceitou a forma de punição do acusado, que foi confirmada no Supremo Tribunal Federal (STF).

Incentivos

O dono da área inspecionada é proprietário da Rialma Companhia Enegática S/A e possui duas usinas hidrelétricas - Santa Edwiges II (13 mil kW) e Santa Edwiges III (11,6 mil kW), no Estado de Goiás. Foi ainda beneficiado por R$ 746,7 mil recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) na compra de 1 mil matrizes e 34 touros de gado nelore e custeio para outra fazenda que mantém em São Domingos (GO).

A Sul Amazônia S/A Terraplenagem e Agropastoril, que teve projetos aprovados pela Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e chegou a participar da carteira do Fundo de Investimento da Amazônia (Finam), é a empresa de Emival por trás da Santa Mônica. Em comunicado divulgado em 12 de abril deste ano, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) suspendeu a Sul Amazônia e outras companhias pelo descumprimento da obrigação de prestar informações á comissão há mais de três anos.

Outro proprietário que teve a fazenda flagrada com trabalho análogo à escravidão na mesma operação foi Reniuton Souza de Moraes. Detentor de uma concessão do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para a exploração de areia em Goiás, Reniuton é dono da Fazenda Olho D’Água, em Monte Alegre de Goiás (GO), que tem 67,6 hectares de área e mantém como principal atividade a criação de gado de corte.

"Os resgatados [da Olho D´Água] estavam ligados a um empreiteiro que instalou uma carvoaria dentro da fazenda", conta o auditor fiscal do trabalho Leandro de Andrade Carvalho, coordenador do grupo móvel. Dois adolescentes com menos de 18 anos estavam entre os cinco libertados.

Segundo Leandro, os trabalhadores tinham de beber água dos córregos, não havia fornecimento de EPIs e as ferramentas de trabalho eram inadequadas. "Os alojamentos eram barracos feitos de alvenaria e madeira, totalmente improvisados", conta. "Um deles parecia com um acampamento de selva. Parte da estrutura era feita com lonas plásticas", complementa.

Não havia banheiro nas frentes de trabalho nem no alojamento; as necessidades fisiológicas eram feitas nos matagais. Os carvoeiros estavam sem registro e recebiam uma diária de acordo com a produção. A jornada de trabalho se estendia enquanto houvesse luz do sol.

De acordo com a fiscalização, Reniuton cedeu 55 hectares ao empreiteiro José César Rodrigues, que ficaria responsável pela derrubada da mata. José aproveitaria a madeira para produção de carvão e entregaria o terreno "limpo" para a implantação do pasto. Não havia dinheiro envolvido na negociação entre as partes. "Esse tipo de acordo é típico nas regiões de fronteira, mas se trata de uma terceirização ilícita", completa Leandro.

Um dos trabalhadores estava encarregado da derrubada das árvores e os outros enchiam os fornos e tiravam o carvão. Eles estavam na fazenda há dois meses, relata o auditor. "Eram de cidades próximas e moravam na fazenda durante a semana. Nos fins de semana, voltavam para a casa".

Reniuton assinou um TAC com o MPT. Foram pagas as verbas rescisórias e lavrados 12 autos de infração. Aos jovens, a procuradora Elisa determinou a abertura de duas cadernetas de poupança com R$ 3 mil por dano moral individual.

Eventos paralelos movimentam último dia da PrevenRio

Foto: Valdir Lopes
Rio de Janeiro/RJ - Corredores e estandes lotados marcaram a 4ª Prevenrio - Feira de Saúde e Segurança do Trabalho. Os visitantes puderam visitar a feira para conferir as novidades do mercado de equipamentos, produtos e serviços voltados à Segurança do Trabalhador, entre os dias 3 e 5 de agosto no Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro.

No dia 5 de agosto, último dia da Prevenrio, a legislação trabalhista, civil e criminal foi tema de painel, dentro da programação do 11º Congresso Brasileiro de Engenharia de Segurança, contando com a presença dos profissionais Cynthia Maria Simões Lopes, Sílvia Regina Fernandes Matheus, Celso Atienza e Michele Pedrosa Paumgartten. As perícias judiciais de insalubridade e periculosidade também entraram em pauta a partir das 14h, em outro painel. Foi também ministrado um curso sobre o mesmo assunto pelo presidente da SOBES, Josevan Fudolli, voltado a peritos e assistentes técnicos. O objetivo foi instruir o participante sobre como proceder nas fases de preparação dos quesitos, acompanhamento da diligência pericial, preparação do laudo e respostas aos quesitos e esclarecimentos.

Já a programação do Congresso Brasileiro de Ergonomia no dia 5 iniciou às 8h45 com sessões técnicas. A seguir, Isabel Porcatti de Walsh ministrou conferência a respeito da prevenção de LER/DORT através da fisioterapia e da ergonomia. Durante a tarde, os temas em destaque foram a auditoria de análise ergonômica e as metodologias da Análise Ergonômica do Trabalho. Por sua vez, os worshops de atualização abordaram a avaliação de ruídos (com Marco Aurélio Luttgardes) e a notificação, investigação de incidentes e acidentes (com Armando Augusto Martins Campos).

Simulados

Demonstrações técnicas de procedimentos de Segurança do Trabalho e Emergência integraram a programação de simulados, espaço que movimentou a 4ª Prevenrio, durante os três dias de evento. Simulações de desencarceramento, RCP, atendimento básico de vida no trauma, retirada de vítima de veículo, resgate em local de difícil acesso e SBV para profissionais de saúde, estiveram entre as atrações.

Data: 05/08/2010 / Fonte: Redação Revista Proteção

Explosão em navio mata três operários de estaleiro em Niterói

Niterói/RJ - Conforme informações do R7, na noite de segunda-feira, dia 2, três operários morreram após uma explosão de um navio, com bandeira das Bahamas, que estava sendo reparado no Estaleiro Renave/Enavi, na Ilha do Viana, em Niterói. Outros cinco operários ficaram feridos na explosão, segundo a Capitania dos Portos.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a explosão foi registrada por volta das 22h30 e os feridos foram encaminhados para o hospital estadual Azevedo Lima, em Niterói. As vítimas ainda não foram identificadas.

Uma equipe de inspetores navais esteve no local do acidente durante a madrugada desta terça-feira, 3, para tentar descobrir as causas da explosão. A Capitania dos Portos informou também que abrirá um inquérito administrativo com prazo de conclusão de 90 dias.

Fonte: Proteção Eventos

Para refletir

A vida é uma escola, e o professor é o mundo